Poemas
Das flores que eu adivinho
(Célia de Lima)
A chuva fina de um outono
Consente alguns raios de sol...
O vento versa, e eu tenho o sono
Dos que não têm pressa ou ideal.
Ele não tarda, já é hora
De ser pássaro de outra era ...
Ainda assim, me deixa à porta
As últimas rosas, etéreas.
As pétalas são tão pequenas
Que a chuva desmancha, sorrindo...
Mas su' essência sobe e alimenta
A minha noite, o meu destino.
(O sol me conta
Que o verso venta...
As flores eu sei, adivinho.)
(De passagem, aproveito pra desejar um boa noite e um bom descanso de feriado para todos do SPA. Abraços.)
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...E os temporais de Campinas? e aquela outra(MARAVILHOSA) flor?
Antônio Reis
Saudades de voce flor menina... lembra-se de mim?
Antônio Reis
Doce Célia, saudade!
Teu poema é um bálsamo nesta noite de domingo, já madrugando a 2a. feira...
e iniciar a semana lendo vc, não poderia ser melhor...
Belíssimo!
Bjs!
Lylla
http://suelyribella.blogspot.com/
É o vento de outono
Que balança a roseira.
A desfolhar as pétalas
Que cai da rosa brejeira.
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